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Guia do Porto, by Alexandra

Alexandra

Guia do Porto, by Alexandra

Passeio turístico
Bem-vindo à Antiga, Mui Nobre, Sempre Leal e Invicta Cidade do Porto! Passear pelas ruas da cidade, conhecer as tradições, admirar a beleza dos edifícios... saiba o que visitar no Porto, uma cidade única e com um charme incomparável! Considerado um dos melhores destinos turísticos europeus, o Porto é uma cidade com caratér e personalidade, que atrai cada vez mais turistas. A combinação perfeita entre o antigo e o contemporâneo, o cosmopolita e o intimista… Fazem desta cidade uma inspiração, onde as pessoas acabam sempre por voltar.
Conhecida como o “coração da cidade”, esta é uma das mais belas avenidas da Europa, devido à bela arquitetura dos edifícios imponentes que a compõem, como é exemplo a Câmara Municipal do Porto. Neste local, têm lugar alguns dos eventos mais importantes da cidade: manifestações, festas, apresentações culturais, concertos, comemorações.
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Avenida dos Aliados
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Conhecida como o “coração da cidade”, esta é uma das mais belas avenidas da Europa, devido à bela arquitetura dos edifícios imponentes que a compõem, como é exemplo a Câmara Municipal do Porto. Neste local, têm lugar alguns dos eventos mais importantes da cidade: manifestações, festas, apresentações culturais, concertos, comemorações.
Desça a Avenida dos Aliados e vá a uma das estações de comboios mais belas do mundo. Esta construção do século XIX é uma das principais atrações da cidade, que fascinam muito os turistas: tem um belo átrio e uns painéis de azulejos que mostram alguns dos momentos mais importantes da história de Portugal, principalmente da zona Norte do país. Sente-se nos bancos desta estação e aprecie toda a beleza deste local.
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São Bento Station
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Desça a Avenida dos Aliados e vá a uma das estações de comboios mais belas do mundo. Esta construção do século XIX é uma das principais atrações da cidade, que fascinam muito os turistas: tem um belo átrio e uns painéis de azulejos que mostram alguns dos momentos mais importantes da história de Portugal, principalmente da zona Norte do país. Sente-se nos bancos desta estação e aprecie toda a beleza deste local.
Com 240 degraus para subir, garantimos que vale a pena o esforço! A Torre dos Clérigos é um dos ex-líbris do Porto, construída pelo famoso arquiteto Nicolau Nasoni. Lá em cima, vai poder usufruir das melhores vistas da cidade! Qualquer altura do dia é perfeita para se apreciar esta paisagem, mas aposte no entardecer.
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Clérigos Tower
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Com 240 degraus para subir, garantimos que vale a pena o esforço! A Torre dos Clérigos é um dos ex-líbris do Porto, construída pelo famoso arquiteto Nicolau Nasoni. Lá em cima, vai poder usufruir das melhores vistas da cidade! Qualquer altura do dia é perfeita para se apreciar esta paisagem, mas aposte no entardecer.
Bem perto dos Clérigos está a conceituada Livraria Lello, um espaço único onde vai querer “perder” horas. Está entre as três livrarias mais belas do mundo e é um ponto de visita incontornável da cidade. Todos os visitantes se encantam com a sua escadaria central (que serviu de inspiração para a escadaria da escola de Hogwarts, do famoso filme Harry Potter), com as suas prateleiras e com o seu vitral no teto. Aqui dentro, vai desfrutar de um ambiente único. Não deixe de visitar!
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Livraria Lello
144 R. das Carmelitas
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Bem perto dos Clérigos está a conceituada Livraria Lello, um espaço único onde vai querer “perder” horas. Está entre as três livrarias mais belas do mundo e é um ponto de visita incontornável da cidade. Todos os visitantes se encantam com a sua escadaria central (que serviu de inspiração para a escadaria da escola de Hogwarts, do famoso filme Harry Potter), com as suas prateleiras e com o seu vitral no teto. Aqui dentro, vai desfrutar de um ambiente único. Não deixe de visitar!
É uma das principais ruas da cidade do Porto, onde se respira imensa cultura. As galerias de arte de arte contemporânea são a sua principal atração, onde pode ver várias exposições de artistas nacionais e também internacionais. Tem também vários espaços comerciais, ligados à Arte e à Cultura, sendo as lojas vintage da rua bastante procuradas por portuenses e turistas.
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Rua de Miguel Bombarda
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É uma das principais ruas da cidade do Porto, onde se respira imensa cultura. As galerias de arte de arte contemporânea são a sua principal atração, onde pode ver várias exposições de artistas nacionais e também internacionais. Tem também vários espaços comerciais, ligados à Arte e à Cultura, sendo as lojas vintage da rua bastante procuradas por portuenses e turistas.
Dê um passeio e relaxe nestes magníficos jardins, onde pode admirar a Avenida das Tílias, o bosque e as varandas sobre o Douro. Sim, porque este jardim oferece uma incrível vista sobre o rio e sobre a cidade, devido aos miradouros que deste sítio fazem parte. Sem dúvida, um local a visitar no Porto!
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Jardins do Palácio de Cristal
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Dê um passeio e relaxe nestes magníficos jardins, onde pode admirar a Avenida das Tílias, o bosque e as varandas sobre o Douro. Sim, porque este jardim oferece uma incrível vista sobre o rio e sobre a cidade, devido aos miradouros que deste sítio fazem parte. Sem dúvida, um local a visitar no Porto!
Situada na Rotunda da Boavista, a Casa da Música é uma imponente obra arquitetónica e um dos ex-libris da cidade do Porto. Desenhada pelo holandês Rem Koolhaas, é o primeiro edifício construído em Portugal dedicado exclusivamente à música. Assista aqui a um concerto e deixe-se maravilhar pelos seus magníficos auditórios.
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Casa da Música
604-610 Av. da Boavista
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Situada na Rotunda da Boavista, a Casa da Música é uma imponente obra arquitetónica e um dos ex-libris da cidade do Porto. Desenhada pelo holandês Rem Koolhaas, é o primeiro edifício construído em Portugal dedicado exclusivamente à música. Assista aqui a um concerto e deixe-se maravilhar pelos seus magníficos auditórios.
Sente-se numa esplanada desta zona, peça uma Super Bock e uns tremoços. Admire a paisagem do lugar mais visitado pelos turistas: o rio, a ponte Luiz I, a margem de Vila Nova de Gaia, os barcos rabelos, as pessoas. De seguida, passeie pelo interior do local mais emblemático do Porto, onde vai encontrar ruelas e construções medievais. Faça ainda um pequeno cruzeiro num dos típicos “barcos rabelo” que, antigamente, faziam o transporte do vinho do Porto.
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Ribeira
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Sente-se numa esplanada desta zona, peça uma Super Bock e uns tremoços. Admire a paisagem do lugar mais visitado pelos turistas: o rio, a ponte Luiz I, a margem de Vila Nova de Gaia, os barcos rabelos, as pessoas. De seguida, passeie pelo interior do local mais emblemático do Porto, onde vai encontrar ruelas e construções medievais. Faça ainda um pequeno cruzeiro num dos típicos “barcos rabelo” que, antigamente, faziam o transporte do vinho do Porto.
Único e especial, assim é o Vinho do Porto. Não deixe de apreciar esta deliciosa bebida, uma das marcas da cidade. Há imensas caves para conhecer na outra margem: umas mais “à vista”, outras mais escondidas, no centro histórico de Vila Nova de Gaia que também vale a pena visitar. Prove este delicioso vinho, produzido no Alto Douro Vinhateiro.
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Vila Nova de Gaia
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Único e especial, assim é o Vinho do Porto. Não deixe de apreciar esta deliciosa bebida, uma das marcas da cidade. Há imensas caves para conhecer na outra margem: umas mais “à vista”, outras mais escondidas, no centro histórico de Vila Nova de Gaia que também vale a pena visitar. Prove este delicioso vinho, produzido no Alto Douro Vinhateiro.
A ponte Luiz I é um dos locais indispensáveis a visitar no Porto. Faça um passeio na parte superior desta ponte. Mesmo sobre o rio Douro e com o metro a passar ao lado, este local oferece-lhe das melhores vistas sobre a cidade, principalmente sobre a parte ribeirinha. Um dos locais obrigatórios a visitar no Porto!
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Luís I Bridge
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A ponte Luiz I é um dos locais indispensáveis a visitar no Porto. Faça um passeio na parte superior desta ponte. Mesmo sobre o rio Douro e com o metro a passar ao lado, este local oferece-lhe das melhores vistas sobre a cidade, principalmente sobre a parte ribeirinha. Um dos locais obrigatórios a visitar no Porto!
Vá até à Catedral da Sé. Este monumento, um dos mais importantes da cidade, é dos que tem mais vestígios medievais, quer no seu interior, quer nos arredores. Aqui vai ter uma bela vista sobre o rio e sobre a cidade, principalmente sobre as habitações típicas do Porto.
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Porto Cathedral
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Vá até à Catedral da Sé. Este monumento, um dos mais importantes da cidade, é dos que tem mais vestígios medievais, quer no seu interior, quer nos arredores. Aqui vai ter uma bela vista sobre o rio e sobre a cidade, principalmente sobre as habitações típicas do Porto.
Mais longe do centro histórico, está a Foz do Douro. Se gosta de uma boa caminhada, vá pela margem do rio, aprecia a sua beleza e a arquitetura portuense. Duas sugestões: faça o trajeto de bicicleta ou vá de elétrico até à Foz, o local onde o rio Douro e o oceano Atlântico se cruzam. Se estiver calor, desfrute das praias ou sente-se numa das esplanadas a apreciar o pôr-do-sol.
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Foz do Douro
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Mais longe do centro histórico, está a Foz do Douro. Se gosta de uma boa caminhada, vá pela margem do rio, aprecia a sua beleza e a arquitetura portuense. Duas sugestões: faça o trajeto de bicicleta ou vá de elétrico até à Foz, o local onde o rio Douro e o oceano Atlântico se cruzam. Se estiver calor, desfrute das praias ou sente-se numa das esplanadas a apreciar o pôr-do-sol.
Construído em 1914, este é um dos locais mais tradicionais da cidade. Lá, é possível apreciar a beleza da sua arquitetura em ferro, os quiosques de madeira, as fontes, os muros em azulejos. Aqui pode encontrar diversos produtos frescos e conhecer um exemplo das típicas pessoas portuenses: as vendedoras. Aproveite e coma num dos pequenos restaurantes que fazem parte do mercado. Atualmente, encontra-se em obras, pelo que só é possível apreciar a fachada.
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Mercado do Bolhão
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Construído em 1914, este é um dos locais mais tradicionais da cidade. Lá, é possível apreciar a beleza da sua arquitetura em ferro, os quiosques de madeira, as fontes, os muros em azulejos. Aqui pode encontrar diversos produtos frescos e conhecer um exemplo das típicas pessoas portuenses: as vendedoras. Aproveite e coma num dos pequenos restaurantes que fazem parte do mercado. Atualmente, encontra-se em obras, pelo que só é possível apreciar a fachada.
Neste local vai encontrar uma grande diversidade de espaços: jardins formais, matas e uma quinta tradicional. Projetado pelo arquiteto Jacques Gréber, é uma das referências da cidade portuense. Visite o parque e aproveite o contacto com a Natureza!
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Parque de Serralves
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Neste local vai encontrar uma grande diversidade de espaços: jardins formais, matas e uma quinta tradicional. Projetado pelo arquiteto Jacques Gréber, é uma das referências da cidade portuense. Visite o parque e aproveite o contacto com a Natureza!
Conheça o lado mais cosmopolita da vida noturna da cidade. Aqui pode encontrar dos melhores bares e restaurantes portuenses. Aproveite e passe também pelas ruas paralelas.
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Galeria De Paris
67 R. da Galeria de Paris
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Conheça o lado mais cosmopolita da vida noturna da cidade. Aqui pode encontrar dos melhores bares e restaurantes portuenses. Aproveite e passe também pelas ruas paralelas.
É o pulmão da Cidade e um dos lugares preferidos para muitos portuenses e não só! Lá poderá praticar fazer exercício físico, além de relaxar nos bancos ou na relva e deixar o tempo passar à medida que o sol lhe aquece a alma.
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Porto City Park
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É o pulmão da Cidade e um dos lugares preferidos para muitos portuenses e não só! Lá poderá praticar fazer exercício físico, além de relaxar nos bancos ou na relva e deixar o tempo passar à medida que o sol lhe aquece a alma.
Este jardim fica nas traseiras do Palácio da Justiça e desenvolve-se em socalcos. É aqui que mora a maior Ginkgo Biloba de Portugal, uma árvore com cerca de 35 metros. Assim que o dia começa a aproximar-se do fim, os portuenses reúnem-se neste jardim, um dos mais concorridos da Invicta, para dois dedos de conversa. Não se admire se por lá encontrar pessoas de todas as idades, a tocar instrumentos musicais e a admirar uma das vistas mais bonitas sobre o rio Douro.
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Passeio das Virtudes
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Este jardim fica nas traseiras do Palácio da Justiça e desenvolve-se em socalcos. É aqui que mora a maior Ginkgo Biloba de Portugal, uma árvore com cerca de 35 metros. Assim que o dia começa a aproximar-se do fim, os portuenses reúnem-se neste jardim, um dos mais concorridos da Invicta, para dois dedos de conversa. Não se admire se por lá encontrar pessoas de todas as idades, a tocar instrumentos musicais e a admirar uma das vistas mais bonitas sobre o rio Douro.
Um dos melhores exemplos de arquitetura neoclássica da cidade. A visita guiada percorre várias salas, uma mais incrível do que a outra, numa verdadeira viagem no tempo. É também aqui que são recebidos os chefes-de-estado que visitam a cidade, no impressionante Salão Árabe.
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Bolsa Palace
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Um dos melhores exemplos de arquitetura neoclássica da cidade. A visita guiada percorre várias salas, uma mais incrível do que a outra, numa verdadeira viagem no tempo. É também aqui que são recebidos os chefes-de-estado que visitam a cidade, no impressionante Salão Árabe.
A Igreja do Carmo ou Igreja da Venerável Ordem Terceira de Nossa Senhora do Carmo localiza-se no cruzamento entre a Praça de Carlos Alberto e a Rua do Carmo, nas proximidades da Igreja e Torre dos Clérigos. A deslumbrante parede lateral repleta de azulejos, conta a história da fundação da Ordem Carmelita em azul e branco.
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Igreja do Carmo
10 Praça de Gomes Teixeira
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A Igreja do Carmo ou Igreja da Venerável Ordem Terceira de Nossa Senhora do Carmo localiza-se no cruzamento entre a Praça de Carlos Alberto e a Rua do Carmo, nas proximidades da Igreja e Torre dos Clérigos. A deslumbrante parede lateral repleta de azulejos, conta a história da fundação da Ordem Carmelita em azul e branco.
É um dos edifícios mais fotografados e conhecidos do Porto. Situada em plena baixa, a Capela das Almas destaca-se pelos 15947 azulejos que cobrem a sua fachada numa área de cerca de 360m2, aos quais é impossível ficar indiferente. Quando estes azulejos foram colocados na fachada principal e na parede lateral, a Capela das Almas tornou-se imediatamente uma das igrejas preferidas dos portuenses, embora esta capela do século XVIII tenha uma arquitetura bastante simples. Talvez uma das igrejas mais bonitas da cidade do Porto, também conhecida como Capela de Santa Catarina, fica situada na esquina entre as Ruas de Santa Catarina e de Fernandes Tomás, na baixa da cidade do Porto. Esta capela, construída na primeira metade do século XVIII, é um edifício religioso de traços muito simples, mas de rara beleza artística. É composta por dois corpos, sendo que o segundo é de menor altura e foi alvo de obras de restauro e ampliação, quando decorria o ano de 1801, que lhe modificaram várias das suas características originais. Na verdade, estes azulejos só foram colocados no século XX (1929), mas foram concebidos de forma a imitar os mosaicos característicos do século XVIII. São da autoria do ceramista Eduardo Leite e foram executados numa famosa fábrica de Lisboa. Os azulejos representam episódios das vidas de Santa Catarina e de São Francisco de Assis. No entanto, não deixa de ser curioso que estes painéis misturem cenas das vidas de duas santas diferentes: Santa Catarina de Siena e Santa Catarina de Alexandria (na fachada principal). De estilo neoclássico, são os altares da nave e o altar-mor, dedicados a Nossa Senhora de Fátima, a Nossa Senhora da Conceição, a Nossa Senhora das Dores, ao Sagrado Coração de Jesus e ao padroeiro da cidade S. João. No altar-mor pode também ser encontrado um painel representativo da Ascensão do Senhor, junto ao qual pode ser encontrada a imagem do Senhor Ressuscitado, em plinto. O nome deriva da Santa à qual foi devotada, a Nossa Senhora das Almas, cuja imagem se encontra dentro da capela desde a sua construção no século XVIII. Também aí pode ser encontrado um vitral que representa as almas, datado do início da segunda metade do século XX, situado no janelão da fachada principal.
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Chapel Almas de Santa Catarina
428 Rua de Santa Catarina
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É um dos edifícios mais fotografados e conhecidos do Porto. Situada em plena baixa, a Capela das Almas destaca-se pelos 15947 azulejos que cobrem a sua fachada numa área de cerca de 360m2, aos quais é impossível ficar indiferente. Quando estes azulejos foram colocados na fachada principal e na parede lateral, a Capela das Almas tornou-se imediatamente uma das igrejas preferidas dos portuenses, embora esta capela do século XVIII tenha uma arquitetura bastante simples. Talvez uma das igrejas mais bonitas da cidade do Porto, também conhecida como Capela de Santa Catarina, fica situada na esquina entre as Ruas de Santa Catarina e de Fernandes Tomás, na baixa da cidade do Porto. Esta capela, construída na primeira metade do século XVIII, é um edifício religioso de traços muito simples, mas de rara beleza artística. É composta por dois corpos, sendo que o segundo é de menor altura e foi alvo de obras de restauro e ampliação, quando decorria o ano de 1801, que lhe modificaram várias das suas características originais. Na verdade, estes azulejos só foram colocados no século XX (1929), mas foram concebidos de forma a imitar os mosaicos característicos do século XVIII. São da autoria do ceramista Eduardo Leite e foram executados numa famosa fábrica de Lisboa. Os azulejos representam episódios das vidas de Santa Catarina e de São Francisco de Assis. No entanto, não deixa de ser curioso que estes painéis misturem cenas das vidas de duas santas diferentes: Santa Catarina de Siena e Santa Catarina de Alexandria (na fachada principal). De estilo neoclássico, são os altares da nave e o altar-mor, dedicados a Nossa Senhora de Fátima, a Nossa Senhora da Conceição, a Nossa Senhora das Dores, ao Sagrado Coração de Jesus e ao padroeiro da cidade S. João. No altar-mor pode também ser encontrado um painel representativo da Ascensão do Senhor, junto ao qual pode ser encontrada a imagem do Senhor Ressuscitado, em plinto. O nome deriva da Santa à qual foi devotada, a Nossa Senhora das Almas, cuja imagem se encontra dentro da capela desde a sua construção no século XVIII. Também aí pode ser encontrado um vitral que representa as almas, datado do início da segunda metade do século XX, situado no janelão da fachada principal.
O Jardim do Passeio Alegre é um dos espaços verdes mais bonitos da cidade. Fica na área da Foz do Douro, ou seja, onde o rio Douro se encontra com o mar. Só por isso já merece uma visita, mas tem mais motivos para lá ir passear. Construído nos finais do século XIX beneficiando da participação de Emíle David no seu ajardinamento. Ladeado por uma Alameda de Palmeiras, alberga uma série de elementos arquitetónicos de grande valor: um chafariz em granito, a poente, proveniente do antigo Convento de S. Francisco; dois Obeliscos de Nasoni, oriundos da Quinta da Prelada; um pequeno 'chalet romântico', construído em 1874, antes do acabamento do Jardim. Um minigolfe constitui um polo de atração do jardim, e no coreto realizam-se, pontualmente, concertos filarmónicos. Por fim, destacam-se os sanitários públicos, construídos em 1910, decorados com azulejos Arte Nova e loiças inglesas.
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Passeio Alegre garden
828 R. do Passeio Alegre
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O Jardim do Passeio Alegre é um dos espaços verdes mais bonitos da cidade. Fica na área da Foz do Douro, ou seja, onde o rio Douro se encontra com o mar. Só por isso já merece uma visita, mas tem mais motivos para lá ir passear. Construído nos finais do século XIX beneficiando da participação de Emíle David no seu ajardinamento. Ladeado por uma Alameda de Palmeiras, alberga uma série de elementos arquitetónicos de grande valor: um chafariz em granito, a poente, proveniente do antigo Convento de S. Francisco; dois Obeliscos de Nasoni, oriundos da Quinta da Prelada; um pequeno 'chalet romântico', construído em 1874, antes do acabamento do Jardim. Um minigolfe constitui um polo de atração do jardim, e no coreto realizam-se, pontualmente, concertos filarmónicos. Por fim, destacam-se os sanitários públicos, construídos em 1910, decorados com azulejos Arte Nova e loiças inglesas.
“Farolim de Felgueiras” ou “Farol de Felgueiras” ou “Farolim do Molhe de Felgueiras” ou ainda “Farolim Cabeça do Molhe” são nomes atribuídos à infraestrutura neoclássica de planta hexagonal em alvenaria de granito, com dez metros de altura, datada de 1886 e que se localiza na margem direita do rio Douro, na freguesia da Foz do Douro. Possui varandim e lanterna vermelhos e um pequeno edifício anexo com paredes rebocadas e pintadas de branco. A sua designação foi-lhe atribuída por ter sido construído em direção à pedra de Felgueiras, a Oeste. Foi modernizado em 1945 e automatizado em 1979, passando a ser controlado à distância a partir do farol de Leça. Nos anos 90, sofreu obras de conservação. Antes da sua desativação, em 2009, o farolim tinha um alcance de 9 milhas náuticas, emitindo um relâmpago vermelho a cada 5 segundos. Atualmente, mantém apenas o sinal sonoro. Encontrando-se aberto ao público só a área circundante, ou seja, o molhe. Quando se está no molhe, deve-se tomar cuidado, quando as ondas do mar quebram nas pedras na sua proximidade e proporcionam banho ou arrastamento nas pessoas próximas; ao mesmo tempo que belo, pode ser muito perigoso.
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Felgueiras Lighthouse
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“Farolim de Felgueiras” ou “Farol de Felgueiras” ou “Farolim do Molhe de Felgueiras” ou ainda “Farolim Cabeça do Molhe” são nomes atribuídos à infraestrutura neoclássica de planta hexagonal em alvenaria de granito, com dez metros de altura, datada de 1886 e que se localiza na margem direita do rio Douro, na freguesia da Foz do Douro. Possui varandim e lanterna vermelhos e um pequeno edifício anexo com paredes rebocadas e pintadas de branco. A sua designação foi-lhe atribuída por ter sido construído em direção à pedra de Felgueiras, a Oeste. Foi modernizado em 1945 e automatizado em 1979, passando a ser controlado à distância a partir do farol de Leça. Nos anos 90, sofreu obras de conservação. Antes da sua desativação, em 2009, o farolim tinha um alcance de 9 milhas náuticas, emitindo um relâmpago vermelho a cada 5 segundos. Atualmente, mantém apenas o sinal sonoro. Encontrando-se aberto ao público só a área circundante, ou seja, o molhe. Quando se está no molhe, deve-se tomar cuidado, quando as ondas do mar quebram nas pedras na sua proximidade e proporcionam banho ou arrastamento nas pessoas próximas; ao mesmo tempo que belo, pode ser muito perigoso.
A Pérgola da Foz, situado na freguesia de Nevogilde, é uma das imagens mais associadas à Foz do Douro, sendo um dos ex-libris mais conhecidos e emblemáticos da Cidade do Porto. Trata-se de uma pérgola com balaustrada construída, por volta de 1930, em cimento localizada entre a Praia da Luz e os jardins da Avenida de Montevideu, sendo uma das mais emblemáticas construções da frente atlântica da cidade.
Pergola of Foz
694 Av. do Brasil
A Pérgola da Foz, situado na freguesia de Nevogilde, é uma das imagens mais associadas à Foz do Douro, sendo um dos ex-libris mais conhecidos e emblemáticos da Cidade do Porto. Trata-se de uma pérgola com balaustrada construída, por volta de 1930, em cimento localizada entre a Praia da Luz e os jardins da Avenida de Montevideu, sendo uma das mais emblemáticas construções da frente atlântica da cidade.
Assim designada por aí ter nascido Henrique, o Navegador, a Casa do Infante possibilita, a par de uma interpretação do monumento nacional, a descoberta de vestígios da ocupação romana, medieval e moderna, com destaque para a antiga Alfândega Régia e Casa da Moeda que aí tiveram os seus serviços instalados durante vários séculos. Através da sua área expositiva mais recente, o centro interpretativo O Infante D. Henrique e os Novos Mundos, o visitante pode obter um olhar cruzado entre história e contemporaneidade através da interpretação do passado e a perceção do presente para a qual contribuíram vários artistas contemporâneos, centrada na figura do Infante D. Henrique, revisitando nesta viagem os principais marcos dos Descobrimentos Portugueses, de Ceuta até ao Extremo Oriente, com particular enfoque no papel da cidade e das gentes do Porto neste empreendimento. A sala de exposições temporárias existente na Casa do Infante privilegia produções próprias e coproduções de temas portuenses ou de artistas da cidade.
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helybéli ajánlásával
Casa do Infante
10 R. Alfândega
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Assim designada por aí ter nascido Henrique, o Navegador, a Casa do Infante possibilita, a par de uma interpretação do monumento nacional, a descoberta de vestígios da ocupação romana, medieval e moderna, com destaque para a antiga Alfândega Régia e Casa da Moeda que aí tiveram os seus serviços instalados durante vários séculos. Através da sua área expositiva mais recente, o centro interpretativo O Infante D. Henrique e os Novos Mundos, o visitante pode obter um olhar cruzado entre história e contemporaneidade através da interpretação do passado e a perceção do presente para a qual contribuíram vários artistas contemporâneos, centrada na figura do Infante D. Henrique, revisitando nesta viagem os principais marcos dos Descobrimentos Portugueses, de Ceuta até ao Extremo Oriente, com particular enfoque no papel da cidade e das gentes do Porto neste empreendimento. A sala de exposições temporárias existente na Casa do Infante privilegia produções próprias e coproduções de temas portuenses ou de artistas da cidade.
Perto da Sé, no Centro Histórico do Porto, Património Mundial, conserva-se a mais longa sequência estratigráfica da ocupação humana no Porto, vestígios que testemunham a longa diacronia do aglomerado, com origens no I milénio a.C.. Em apenas três metros de profundidade detetaram-se vinte camadas arqueológicas, integrando ruínas arquitetónicas e espólios dos séculos IV-III a.C. até à atualidade. A intervenção arqueológica realizada no local em 1984-87 foi fundamental para o conhecimento da história da cidade ao identificar, pela primeira vez, vestígios do castro proto-histórico e da urbe romana (Cale) que lhe sucedeu, e dos períodos suevo-visigótico e altimedieval, quando a antiga civitas (Portucale) foi elevada a diocese. Foram ainda descobertos vestígios do antigo urbanismo medieval no interior do imóvel da Rua D. Hugo, do século XIX, que reaproveita partes de edificações anteriores. Os restos de habitações e arruamentos da Baixa Idade Média permitem reconstituir alguns traços do urbanismo antigo desta área, interessante pela proximidade a que se encontra da cerca muralhada, registando-se ainda interessantes vestígios das épocas moderna e contemporânea. Pela sua importância para a compreensão das origens e desenvolvimento da cidade, os vestígios arqueológicos foram preservados e foi colocado um passadiço sobre as ruínas para observação dos achados. Podem ser vistas algumas das peças de diferentes épocas, descobertas durante a escavação.
Rua de D. Hugo Residence
5 Rua de Dom Hugo
Perto da Sé, no Centro Histórico do Porto, Património Mundial, conserva-se a mais longa sequência estratigráfica da ocupação humana no Porto, vestígios que testemunham a longa diacronia do aglomerado, com origens no I milénio a.C.. Em apenas três metros de profundidade detetaram-se vinte camadas arqueológicas, integrando ruínas arquitetónicas e espólios dos séculos IV-III a.C. até à atualidade. A intervenção arqueológica realizada no local em 1984-87 foi fundamental para o conhecimento da história da cidade ao identificar, pela primeira vez, vestígios do castro proto-histórico e da urbe romana (Cale) que lhe sucedeu, e dos períodos suevo-visigótico e altimedieval, quando a antiga civitas (Portucale) foi elevada a diocese. Foram ainda descobertos vestígios do antigo urbanismo medieval no interior do imóvel da Rua D. Hugo, do século XIX, que reaproveita partes de edificações anteriores. Os restos de habitações e arruamentos da Baixa Idade Média permitem reconstituir alguns traços do urbanismo antigo desta área, interessante pela proximidade a que se encontra da cerca muralhada, registando-se ainda interessantes vestígios das épocas moderna e contemporânea. Pela sua importância para a compreensão das origens e desenvolvimento da cidade, os vestígios arqueológicos foram preservados e foi colocado um passadiço sobre as ruínas para observação dos achados. Podem ser vistas algumas das peças de diferentes épocas, descobertas durante a escavação.
A Casa-Museu Guerra Junqueiro está situada na Rua de D. Hugo, no Centro Histórico do Porto. Muito próximo da Catedral e do Arqueossítio, este edifício, cujo autor do projeto é desconhecido, constitui um exemplar de arquitetura civil oitocentista e foi mandado construir por Domingos Barbosa, cónego magistral da Sé do Porto. A casa foi adquirida em 1934 pela filha do poeta Guerra Junqueiro e por ela doada à Câmara Municipal do Porto em 1940, juntamente com o espólio artístico do poeta. Inaugurada em 1942, foi requalificada pelo arquiteto Alcino Soutinho, reabrindo ao público em 1997, ampliada com áreas de exposições temporárias, de reservas e novas áreas de lazer: auditório, loja e cafetaria. Este museu de artes decorativas procura reconstituir o ambiente e a disposição original dos objetos na casa onde o poeta Guerra Junqueiro viveu no Porto, expondo coleções de cerâmica, metal, ourivesaria, escultura, mobiliário e têxteis de períodos compreendidos entre os séculos XV e XIX.
Casa-Museu Guerra Junqueiro
32 R. de Dom Hugo
A Casa-Museu Guerra Junqueiro está situada na Rua de D. Hugo, no Centro Histórico do Porto. Muito próximo da Catedral e do Arqueossítio, este edifício, cujo autor do projeto é desconhecido, constitui um exemplar de arquitetura civil oitocentista e foi mandado construir por Domingos Barbosa, cónego magistral da Sé do Porto. A casa foi adquirida em 1934 pela filha do poeta Guerra Junqueiro e por ela doada à Câmara Municipal do Porto em 1940, juntamente com o espólio artístico do poeta. Inaugurada em 1942, foi requalificada pelo arquiteto Alcino Soutinho, reabrindo ao público em 1997, ampliada com áreas de exposições temporárias, de reservas e novas áreas de lazer: auditório, loja e cafetaria. Este museu de artes decorativas procura reconstituir o ambiente e a disposição original dos objetos na casa onde o poeta Guerra Junqueiro viveu no Porto, expondo coleções de cerâmica, metal, ourivesaria, escultura, mobiliário e têxteis de períodos compreendidos entre os séculos XV e XIX.
O Arquivo Municipal do Porto é o serviço municipal responsável pela guarda e conservação da documentação produzida pela Câmara Municipal do Porto desde a Idade Média até à atualidade, bem como de diversos arquivos de ordem particular e coleções, com o objetivo de preservar a memória dos atos da administração, para efeitos de informação ou prova e como garantia de direitos do município e dos cidadãos. O acervo, com aproximadamente 12.000 metros lineares de documentação, inclui numerosas séries manuscritas, pergaminhos, códices iluminados, desenhos, fotografias, entre outros que podem acedidas através do portal http://gisaweb.cm-porto.pt. Como complemento informativo, o serviço dispõe de uma biblioteca auxiliar com cerca de 5.000 publicações impressas e, ainda, coleções de postais, gravuras, cartazes, entre outros, sobre temas portuenses. O Arquivo Municipal, que integra o Arquivo Geral e o Arquivo Histórico, tem como missão promover a organização, o acesso e a difusão da informação produzida ou recebida pelo município no exercício da sua atividade, materializada em documentos, conservados a título temporário ou definitivo, em razão da sua natureza administrativa e do respetivo interesse histórico-cultural. O Arquivo Municipal do Porto disponibiliza diversos serviços ao público dos quais se destacam a consulta de documentos, a pesquisa bibliográfica nos catálogos, a reprodução de documentos e o pedido de certidão ou fotocópia autenticada.
Arquivo Histórico Municipal do Porto
10 R. Alfândega
O Arquivo Municipal do Porto é o serviço municipal responsável pela guarda e conservação da documentação produzida pela Câmara Municipal do Porto desde a Idade Média até à atualidade, bem como de diversos arquivos de ordem particular e coleções, com o objetivo de preservar a memória dos atos da administração, para efeitos de informação ou prova e como garantia de direitos do município e dos cidadãos. O acervo, com aproximadamente 12.000 metros lineares de documentação, inclui numerosas séries manuscritas, pergaminhos, códices iluminados, desenhos, fotografias, entre outros que podem acedidas através do portal http://gisaweb.cm-porto.pt. Como complemento informativo, o serviço dispõe de uma biblioteca auxiliar com cerca de 5.000 publicações impressas e, ainda, coleções de postais, gravuras, cartazes, entre outros, sobre temas portuenses. O Arquivo Municipal, que integra o Arquivo Geral e o Arquivo Histórico, tem como missão promover a organização, o acesso e a difusão da informação produzida ou recebida pelo município no exercício da sua atividade, materializada em documentos, conservados a título temporário ou definitivo, em razão da sua natureza administrativa e do respetivo interesse histórico-cultural. O Arquivo Municipal do Porto disponibiliza diversos serviços ao público dos quais se destacam a consulta de documentos, a pesquisa bibliográfica nos catálogos, a reprodução de documentos e o pedido de certidão ou fotocópia autenticada.
Instalado desde 2010 no Palacete Viscondes de Balsemão, o Banco de Materiais encontra-se aberto ao público em geral e aos munícipes em particular. Num novo conceito de reserva visitável, mostram-se os mais variados exemplares decorativos e construtivos provenientes da arquitetura portuense como azulejos, estuques, ferros, etc. O seu principal objetivo é a salvaguarda de materiais caracterizadores da cidade, recolhendo-os dos edifícios degradados, a demolir ou a alterar, com a finalidade de se devolverem à cidade. Dos materiais incorporados, predominam os azulejos. O Banco de Materiais disponibiliza gratuitamente aos munícipes os elementos repetidos para a reabilitação de fachadas onde faltem alguns da mesma tipologia. Os materiais de maior raridade e significado cultural destinam-se ao fundo museológico, para fins didáticos e pedagógicos. Além dos elementos cerâmicos, azulejos, telhas decorativas, cartelas, figuras, etc., o Banco de Materiais dispõe de variadíssimos ornatos de estuque, provenientes de uma das mais importantes oficinas - a dos Ramos Meira - e de um conjunto diversificado de placas toponímicas recolhidas na via pública, entre diversos artefactos de madeira, ferro e cantaria. Para se definirem estratégias de preservação é necessário conhecer o universo dos materiais existentes na cidade. Deste modo, e no que respeito às peças cerâmicas, o Banco de Materiais tem vindo a proceder à catalogação tipológica (contando com mais de três mil registos) e respetiva identificação dos locais onde estão aplicados. Este estudo sistemático, em curso, permite, desde já, salientar o elevado valor patrimonial da azulejaria do Porto, traduzida na quantidade e diversidade dos padrões, desenhos, cores, modo e o contexto de aplicação na arquitetura, diferenciando-a.
Bank of Materials
71 Praça de Carlos Alberto
Instalado desde 2010 no Palacete Viscondes de Balsemão, o Banco de Materiais encontra-se aberto ao público em geral e aos munícipes em particular. Num novo conceito de reserva visitável, mostram-se os mais variados exemplares decorativos e construtivos provenientes da arquitetura portuense como azulejos, estuques, ferros, etc. O seu principal objetivo é a salvaguarda de materiais caracterizadores da cidade, recolhendo-os dos edifícios degradados, a demolir ou a alterar, com a finalidade de se devolverem à cidade. Dos materiais incorporados, predominam os azulejos. O Banco de Materiais disponibiliza gratuitamente aos munícipes os elementos repetidos para a reabilitação de fachadas onde faltem alguns da mesma tipologia. Os materiais de maior raridade e significado cultural destinam-se ao fundo museológico, para fins didáticos e pedagógicos. Além dos elementos cerâmicos, azulejos, telhas decorativas, cartelas, figuras, etc., o Banco de Materiais dispõe de variadíssimos ornatos de estuque, provenientes de uma das mais importantes oficinas - a dos Ramos Meira - e de um conjunto diversificado de placas toponímicas recolhidas na via pública, entre diversos artefactos de madeira, ferro e cantaria. Para se definirem estratégias de preservação é necessário conhecer o universo dos materiais existentes na cidade. Deste modo, e no que respeito às peças cerâmicas, o Banco de Materiais tem vindo a proceder à catalogação tipológica (contando com mais de três mil registos) e respetiva identificação dos locais onde estão aplicados. Este estudo sistemático, em curso, permite, desde já, salientar o elevado valor patrimonial da azulejaria do Porto, traduzida na quantidade e diversidade dos padrões, desenhos, cores, modo e o contexto de aplicação na arquitetura, diferenciando-a.
A Casa-Museu Marta Ortigão Sampaio, instalada num edifício de 1958 projetado pelo arquiteto José Carlos Loureiro, abriu ao público em 1996. As coleções de pintura, mobiliário e joalharia, herdadas e reunidas por Marta Ortigão Sampaio (31.07.1897 / 26.03.1978) e legadas ao Município do Porto em 1978, evocam o ambiente de que se rodeou em vida. A coleção de pintura é dominada pela corrente naturalista que carateriza as últimas décadas do século XIX, destacando-se as obras das pintoras Aurélia de Souza e Sofia de Souza, suas tias. Do espólio de mobiliário, constituído por peças europeias, orientais e portuguesas datadas dos séculos XVII ao XX, sobressaindo um contador cíngalo-português do século XVII e uma estante giratória art nouveau - Louis Majorelle. O museu integra ainda a coleção de jóias de uso pessoal de Marta Ortigão Sampaio, com exemplares representativos dos modelos da joalharia tradicional e erudita dos séculos XVII ao XX, destacando-se a variedade tipológica, de técnicas e de materiais desta coleção. Rodeia a Casa um jardim aberto ao público no mesmo horário de funcionamento.
Casa-Museu Marta Ortigão Sampaio
A Casa-Museu Marta Ortigão Sampaio, instalada num edifício de 1958 projetado pelo arquiteto José Carlos Loureiro, abriu ao público em 1996. As coleções de pintura, mobiliário e joalharia, herdadas e reunidas por Marta Ortigão Sampaio (31.07.1897 / 26.03.1978) e legadas ao Município do Porto em 1978, evocam o ambiente de que se rodeou em vida. A coleção de pintura é dominada pela corrente naturalista que carateriza as últimas décadas do século XIX, destacando-se as obras das pintoras Aurélia de Souza e Sofia de Souza, suas tias. Do espólio de mobiliário, constituído por peças europeias, orientais e portuguesas datadas dos séculos XVII ao XX, sobressaindo um contador cíngalo-português do século XVII e uma estante giratória art nouveau - Louis Majorelle. O museu integra ainda a coleção de jóias de uso pessoal de Marta Ortigão Sampaio, com exemplares representativos dos modelos da joalharia tradicional e erudita dos séculos XVII ao XX, destacando-se a variedade tipológica, de técnicas e de materiais desta coleção. Rodeia a Casa um jardim aberto ao público no mesmo horário de funcionamento.
A Casa-Oficina António Carneiro foi construída na década de 1920 para atelier dos artistas António Carneiro (1872-1930) e seu filho Carlos Carneiro (1900-1971), figuras marcantes da arte portuguesa, nomeadamente nos contextos Simbolista e Modernista, respetivamente. Aqui viveu, também, o outro filho de António Carneiro, o compositor Cláudio Carneiro (1895-1963). Foi comprada pela Câmara Municipal do Porto, que a abriu ao público em 1973. O espólio da Casa-Oficina António Carneiro é composto por cerca de três centenas de obras de arte do artista, das quais se destacam o estudo final para A Vida, obra da transição do século XIX para o século XX, a grandiosa tela Camões lendo Os Lusíadas aos frades de São Domingos, os autorretratos e um conjunto de retratos da família, bem como as marinhas, os interiores de igrejas e as panorâmicas da cidade do Porto. Integra ainda fotografias, correspondência, livros, catálogos, mobiliário e materiais diversos de pintura. A Casa-Oficina António Carneiro fica integrada num lote com um pequeno jardim.
Casa-oficina António Carneiro
363 R. António Carneiro
A Casa-Oficina António Carneiro foi construída na década de 1920 para atelier dos artistas António Carneiro (1872-1930) e seu filho Carlos Carneiro (1900-1971), figuras marcantes da arte portuguesa, nomeadamente nos contextos Simbolista e Modernista, respetivamente. Aqui viveu, também, o outro filho de António Carneiro, o compositor Cláudio Carneiro (1895-1963). Foi comprada pela Câmara Municipal do Porto, que a abriu ao público em 1973. O espólio da Casa-Oficina António Carneiro é composto por cerca de três centenas de obras de arte do artista, das quais se destacam o estudo final para A Vida, obra da transição do século XIX para o século XX, a grandiosa tela Camões lendo Os Lusíadas aos frades de São Domingos, os autorretratos e um conjunto de retratos da família, bem como as marinhas, os interiores de igrejas e as panorâmicas da cidade do Porto. Integra ainda fotografias, correspondência, livros, catálogos, mobiliário e materiais diversos de pintura. A Casa-Oficina António Carneiro fica integrada num lote com um pequeno jardim.
O Museu do Vinho do Porto é um dos núcleos museológicos do Museu da Cidade do Porto. Desde 05/03/2019, funciona num edifício reabilitado para o novo Museu e a sua magnifica exposição permanente na Rua da Reboleira, 33-37. É uma iteração diferente da versão que esteve instalada desde 2004 no Armazém do Cais Novo, na zona de Massarelos. A diferença na disposição do espaço (que se muda de um rés-do-chão amplo para uns estreitos seis pisos), foi uma oportunidade para mudar a abordagem. Agora, o fio condutor é a história do controlo e circulação dos comestíveis na cidade. O espólio vai desde maquetas de barcos a aparelhos de metrologia e aferição. Mas também documentos, pintura, escultura e mobiliário. As peças são todas da autarquia portuense e estavam espalhadas por vários lugares: o Museu Soares dos Reis, a Biblioteca Pública, as reservas da câmara. Agora, reunidos, contam a história de como o comércio e produção do vinho do Porto levou ao estabelecimento de controlos e vistorias que asseguravam a fiabilidade do produto — que leva o nome da cidade pespegado no rótulo. O primeiro piso é dedicado aos barcos. Os esquemas e maquetas de barcos contam a história do transporte do vinho no Douro. Os desenhos, à pena e a lápis, nunca estiveram expostos antes. As maquetas, construídas nos anos 1960, já eram conhecidas, mas ganham um novo pouso. Acima, vem a aferição. Parte da grande coleção de metrologia (instrumentos de medição e vistoria) da autarquia vai agora aqui ficar, em expositores que foram desenhados como caixas de joias. Os aferidores mais antigos vieram do Museu Soares dos Reis e datam do reino de D. João V. Com largas aberturas para o rio, nos pisos fundeiros do edifício principal, vai nascer um ‘wine bar’. Aqui, os visitantes poderão experimentar vários vinhos, pondo em prática aquilo que se aprende nos outros andares.
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Port Wine Museum
94 R. de Monchique
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O Museu do Vinho do Porto é um dos núcleos museológicos do Museu da Cidade do Porto. Desde 05/03/2019, funciona num edifício reabilitado para o novo Museu e a sua magnifica exposição permanente na Rua da Reboleira, 33-37. É uma iteração diferente da versão que esteve instalada desde 2004 no Armazém do Cais Novo, na zona de Massarelos. A diferença na disposição do espaço (que se muda de um rés-do-chão amplo para uns estreitos seis pisos), foi uma oportunidade para mudar a abordagem. Agora, o fio condutor é a história do controlo e circulação dos comestíveis na cidade. O espólio vai desde maquetas de barcos a aparelhos de metrologia e aferição. Mas também documentos, pintura, escultura e mobiliário. As peças são todas da autarquia portuense e estavam espalhadas por vários lugares: o Museu Soares dos Reis, a Biblioteca Pública, as reservas da câmara. Agora, reunidos, contam a história de como o comércio e produção do vinho do Porto levou ao estabelecimento de controlos e vistorias que asseguravam a fiabilidade do produto — que leva o nome da cidade pespegado no rótulo. O primeiro piso é dedicado aos barcos. Os esquemas e maquetas de barcos contam a história do transporte do vinho no Douro. Os desenhos, à pena e a lápis, nunca estiveram expostos antes. As maquetas, construídas nos anos 1960, já eram conhecidas, mas ganham um novo pouso. Acima, vem a aferição. Parte da grande coleção de metrologia (instrumentos de medição e vistoria) da autarquia vai agora aqui ficar, em expositores que foram desenhados como caixas de joias. Os aferidores mais antigos vieram do Museu Soares dos Reis e datam do reino de D. João V. Com largas aberturas para o rio, nos pisos fundeiros do edifício principal, vai nascer um ‘wine bar’. Aqui, os visitantes poderão experimentar vários vinhos, pondo em prática aquilo que se aprende nos outros andares.
O Museu Romântico está instalado numa antiga casa de campo, construída por meados do século XVIII para habitação de recreio, que pertenceu a um abastado comerciante portuense, na designada Quinta do Sacramento ou da Macieirinha. Foi nesta casa que se instalou (após curta estada no atual Palacete dos Viscondes de Balsemão) o exilado Rei da Sardenha e Príncipe do Piemonte, Carlos Alberto de Sabóia-Carignano, aqui passando os seus últimos dias e vindo a morrer a 28 de julho de 1849. Deste monarca foi neta Dona Maria Pia, uma das últimas Rainhas de Portugal. A propriedade, integrada numa ampla zona verde composta pelos Jardins do Palácio de Cristal e pelos Jardins da Casa Tait, ambos abertos ao público e com vista sobre o rio e mar, foi adquirida pelo Município para aí instalar o Museu Romântico. Inaugurado em 1972, o Museu recria o ambiente exterior e interior de uma habitação burguesa do século XIX, equipado com mobiliário e objetos decorativos da época, bem como os aposentos que retratam a presença do rei Carlos Alberto, exibindo algumas réplicas dos móveis originais que se encontram expostos no Museo Nazionale del Risorgimento Italiano, em Turim, oferecidas pelo Rei Humberto de Itália.
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Museu Romântico da Quinta da Macieirinha
220 R. de Entre-Quintas
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O Museu Romântico está instalado numa antiga casa de campo, construída por meados do século XVIII para habitação de recreio, que pertenceu a um abastado comerciante portuense, na designada Quinta do Sacramento ou da Macieirinha. Foi nesta casa que se instalou (após curta estada no atual Palacete dos Viscondes de Balsemão) o exilado Rei da Sardenha e Príncipe do Piemonte, Carlos Alberto de Sabóia-Carignano, aqui passando os seus últimos dias e vindo a morrer a 28 de julho de 1849. Deste monarca foi neta Dona Maria Pia, uma das últimas Rainhas de Portugal. A propriedade, integrada numa ampla zona verde composta pelos Jardins do Palácio de Cristal e pelos Jardins da Casa Tait, ambos abertos ao público e com vista sobre o rio e mar, foi adquirida pelo Município para aí instalar o Museu Romântico. Inaugurado em 1972, o Museu recria o ambiente exterior e interior de uma habitação burguesa do século XIX, equipado com mobiliário e objetos decorativos da época, bem como os aposentos que retratam a presença do rei Carlos Alberto, exibindo algumas réplicas dos móveis originais que se encontram expostos no Museo Nazionale del Risorgimento Italiano, em Turim, oferecidas pelo Rei Humberto de Itália.
Notável casa-nobre do século XVIII, mandada construir pela família fidalga Alvo Brandão Perestrello Godinho, de quem foram herdeiros os Viscondes de Balsemão. No século XIX, pertenceu aos Condes da Trindade, que procederam a melhorias. Em 1849, acolheu o exilado Rei da Sardenha e Piemonte, Carlos Alberto de Sabóia, episódio que deixará marcas na toponímia da cidade, nomeadamente na Praça onde se encontra o Palacete. Os seus familiares fazem instalar no piso superior (na divisão onde se crê ter o regente passado algumas noites) o Quarto do Rei, agora musealizado. Atualmente, o Palacete dos Viscondes de Balsemão alberga a Direção Municipal de Cultura e Ciência da Câmara Municipal do Porto, o Gabinete de Numismática (uma das coleções de moeda mais completas e importantes do país) e o Banco de Materiais, sendo um monumento público de visita gratuita. Nas suas diversas salas decorrem ainda regularmente exposições temporárias e outros eventos, como recitais de música. Propriedade de Diogo dos Santos Mesquita em 1718, alguns anos depois surge na posse do negociante portuense Luís Correia dos Santos. Em 1762, o filho deste homem de negócios, Luís Correia Pacheco, sem herdeiros, deixa a casa nobre e seus terrenos à Santa Casa da Misericórdia, que a vende em hasta pública a D. Maria Manuel de Azevedo e seu filho Carlos Alvo Brandão Perestrelo Godinho Pereira de Azevedo. Permaneceu nesta família até cerca de 1850, passando a ser conhecida como Casa Balsemão a partir de 1800, quando Maria Rosa Alvo Brandão Perestrelo de Azevedo casa com o 2.º visconde de Balsemão, Luís Máximo Alfredo Pinto de Sousa Coutinho. Depois das lutas liberais e do Cerco do Porto, a biblioteca do Visconde de Balsemão é confiscada e ele retira-se para Balsemão. A casa recebe algumas reformas e é arrendada, sendo parcialmente ocupada pela Hospedaria de António Bernardo Peixe, onde residiu temporariamente o rei da Sardenha, Carlos Alberto. A partir de 1850, o novo proprietário, José António de Sousa Basto, visconde e conde da Trindade, faz grandes obras de remodelação e ampliação da casa, criando a sala em homenagem a Carlos Alberto. Os seus descendentes arrendam o edifício à Companhia do Gás (1906), depois Serviços Municipalizados de Gás e Eletricidade, que adaptam o imóvel. Em 1959 a Câmara Municipal compra o Palacete e a partir de 1995 passa a albergar nele os serviços culturais.
Palacete dos Viscondes de Balsemão
Notável casa-nobre do século XVIII, mandada construir pela família fidalga Alvo Brandão Perestrello Godinho, de quem foram herdeiros os Viscondes de Balsemão. No século XIX, pertenceu aos Condes da Trindade, que procederam a melhorias. Em 1849, acolheu o exilado Rei da Sardenha e Piemonte, Carlos Alberto de Sabóia, episódio que deixará marcas na toponímia da cidade, nomeadamente na Praça onde se encontra o Palacete. Os seus familiares fazem instalar no piso superior (na divisão onde se crê ter o regente passado algumas noites) o Quarto do Rei, agora musealizado. Atualmente, o Palacete dos Viscondes de Balsemão alberga a Direção Municipal de Cultura e Ciência da Câmara Municipal do Porto, o Gabinete de Numismática (uma das coleções de moeda mais completas e importantes do país) e o Banco de Materiais, sendo um monumento público de visita gratuita. Nas suas diversas salas decorrem ainda regularmente exposições temporárias e outros eventos, como recitais de música. Propriedade de Diogo dos Santos Mesquita em 1718, alguns anos depois surge na posse do negociante portuense Luís Correia dos Santos. Em 1762, o filho deste homem de negócios, Luís Correia Pacheco, sem herdeiros, deixa a casa nobre e seus terrenos à Santa Casa da Misericórdia, que a vende em hasta pública a D. Maria Manuel de Azevedo e seu filho Carlos Alvo Brandão Perestrelo Godinho Pereira de Azevedo. Permaneceu nesta família até cerca de 1850, passando a ser conhecida como Casa Balsemão a partir de 1800, quando Maria Rosa Alvo Brandão Perestrelo de Azevedo casa com o 2.º visconde de Balsemão, Luís Máximo Alfredo Pinto de Sousa Coutinho. Depois das lutas liberais e do Cerco do Porto, a biblioteca do Visconde de Balsemão é confiscada e ele retira-se para Balsemão. A casa recebe algumas reformas e é arrendada, sendo parcialmente ocupada pela Hospedaria de António Bernardo Peixe, onde residiu temporariamente o rei da Sardenha, Carlos Alberto. A partir de 1850, o novo proprietário, José António de Sousa Basto, visconde e conde da Trindade, faz grandes obras de remodelação e ampliação da casa, criando a sala em homenagem a Carlos Alberto. Os seus descendentes arrendam o edifício à Companhia do Gás (1906), depois Serviços Municipalizados de Gás e Eletricidade, que adaptam o imóvel. Em 1959 a Câmara Municipal compra o Palacete e a partir de 1995 passa a albergar nele os serviços culturais.
Em 1913, foi inaugurado com a nomenclatura de Teatro Nacional. Nos anos seguintes, mudanças no centro urbano obrigaram a repensar e modernizar o imóvel e, assim, em 1932, nascia o Teatro Rivoli, remodelado, adaptado ao cinema e com programação de ópera, dança, teatro e concertos. O projeto arquitetónico é da responsabilidade de Júlio Brito. Em 1994, o Teatro fechou para uma total remodelação, com projeto do arquiteto Pedro Ramalho. Em outubro de 1997, o Rivoli reabriu as suas portas sob a direção de Isabel Alves Costa. Atualmente, o Rivoli acolhe programação nacional e internacional do Teatro Municipal do Porto, bem como alguns dos grandes eventos da cidade, com particular enfoque nas áreas da dança, teatro, música, marionetas, novo circo e cinema. Comporta o Grande Auditório Manoel de Oliveira e o Pequeno Auditório Isabel Alves Costa.
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Municipal Theater Rivoli
143 R. do Bonjardim
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Em 1913, foi inaugurado com a nomenclatura de Teatro Nacional. Nos anos seguintes, mudanças no centro urbano obrigaram a repensar e modernizar o imóvel e, assim, em 1932, nascia o Teatro Rivoli, remodelado, adaptado ao cinema e com programação de ópera, dança, teatro e concertos. O projeto arquitetónico é da responsabilidade de Júlio Brito. Em 1994, o Teatro fechou para uma total remodelação, com projeto do arquiteto Pedro Ramalho. Em outubro de 1997, o Rivoli reabriu as suas portas sob a direção de Isabel Alves Costa. Atualmente, o Rivoli acolhe programação nacional e internacional do Teatro Municipal do Porto, bem como alguns dos grandes eventos da cidade, com particular enfoque nas áreas da dança, teatro, música, marionetas, novo circo e cinema. Comporta o Grande Auditório Manoel de Oliveira e o Pequeno Auditório Isabel Alves Costa.
O Teatro Nacional São João localiza-se na Praça da Batalha, no centro histórico da cidade do Porto. Denominado originalmente como Real Teatro de São João, a sua primitiva edificação foi erguida em 1794. A estrutura interior era semelhante à do Teatro de São Carlos e a sua composição próxima dos teatros de tipo italiano que, na época, se tinham estabelecido como regra de sucesso. Em 11/04/1908 um violento incêndio destruiu completamente o edifício. Sem se conformar com a perda, logo uma comissão se constituiu para a sua reconstrução, que teve início em 1911, com projeto de Marques da Silva. Foi inaugurado a 07/03/1920 e, em 1992, foi adquirido pelo Estado português. Hoje, o edifício totalmente reconstruído é um dos principais edifícios da cidade e local de realização dos principais espetáculos culturais. Em 2012, o teatro foi reclassificado como monumento nacional.
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São João National Theater
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O Teatro Nacional São João localiza-se na Praça da Batalha, no centro histórico da cidade do Porto. Denominado originalmente como Real Teatro de São João, a sua primitiva edificação foi erguida em 1794. A estrutura interior era semelhante à do Teatro de São Carlos e a sua composição próxima dos teatros de tipo italiano que, na época, se tinham estabelecido como regra de sucesso. Em 11/04/1908 um violento incêndio destruiu completamente o edifício. Sem se conformar com a perda, logo uma comissão se constituiu para a sua reconstrução, que teve início em 1911, com projeto de Marques da Silva. Foi inaugurado a 07/03/1920 e, em 1992, foi adquirido pelo Estado português. Hoje, o edifício totalmente reconstruído é um dos principais edifícios da cidade e local de realização dos principais espetáculos culturais. Em 2012, o teatro foi reclassificado como monumento nacional.
A Biblioteca Pública Municipal do Porto, fundada em 1833, está instalada no antigo Convento de Santo António da Cidade, em frente ao Jardim de S. Lázaro. É uma das maiores e mais antigas bibliotecas públicas portuguesas, que desde a sua criação recebe por Depósito Legal um exemplar de todas as publicações editadas no país. O acervo patrimonial da biblioteca é, quantitativa e qualitativamente, significativo. Constituída sobretudo por bibliografia nacional, a BPMP conta com mais de 1.500.000 documentos impressos, sendo ainda depositária de diversos e relevantes fundos e coleções especiais: manuscritos, impressos raros, cartografia, iconografia, espólios literários.
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Municipal Library of Porto
17 Rua Dom João Iv
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A Biblioteca Pública Municipal do Porto, fundada em 1833, está instalada no antigo Convento de Santo António da Cidade, em frente ao Jardim de S. Lázaro. É uma das maiores e mais antigas bibliotecas públicas portuguesas, que desde a sua criação recebe por Depósito Legal um exemplar de todas as publicações editadas no país. O acervo patrimonial da biblioteca é, quantitativa e qualitativamente, significativo. Constituída sobretudo por bibliografia nacional, a BPMP conta com mais de 1.500.000 documentos impressos, sendo ainda depositária de diversos e relevantes fundos e coleções especiais: manuscritos, impressos raros, cartografia, iconografia, espólios literários.
A Biblioteca Municipal Almeida Garrett é uma moderna biblioteca de leitura pública localizada nos Jardins do Palácio de Cristal. Está instalada num edifício de grande qualidade arquitetónica, da autoria de José Manuel Soares, inaugurado em 2001. A Biblioteca disponibiliza em livre-acesso uma coleção com cerca de 90.000 documentos (livros, publicações periódicas e audiovisuais) que podem ser consultados no local ou requisitados através do serviço de empréstimo domiciliário. Possibilita ainda o acesso livre e gratuito à internet em postos fixos e wireless. O catálogo das suas coleções encontra-se disponível para pesquisa em http://bmp.cm-porto.pt. Está ainda à disposição do público uma secção com uma coleção de livros dedicada à infância e juventude e um programa de dinamização da leitura que contempla a realização regular de atividades para os mais novos. A Biblioteca dispõe de um auditório de 200 lugares, equipado com sistema de som, iluminação de cena e projeção, que é cedido para atividades externas mediante solicitação. Disponibiliza ainda um serviço de leitura itinerante - o Bibliocarro - que presta um serviço de empréstimo de livros e animação da leitura para as crianças do pré-escolar e 1.º ciclo.
Almeida Garrett Municipal Library
268 R. de Entre-Quintas
A Biblioteca Municipal Almeida Garrett é uma moderna biblioteca de leitura pública localizada nos Jardins do Palácio de Cristal. Está instalada num edifício de grande qualidade arquitetónica, da autoria de José Manuel Soares, inaugurado em 2001. A Biblioteca disponibiliza em livre-acesso uma coleção com cerca de 90.000 documentos (livros, publicações periódicas e audiovisuais) que podem ser consultados no local ou requisitados através do serviço de empréstimo domiciliário. Possibilita ainda o acesso livre e gratuito à internet em postos fixos e wireless. O catálogo das suas coleções encontra-se disponível para pesquisa em http://bmp.cm-porto.pt. Está ainda à disposição do público uma secção com uma coleção de livros dedicada à infância e juventude e um programa de dinamização da leitura que contempla a realização regular de atividades para os mais novos. A Biblioteca dispõe de um auditório de 200 lugares, equipado com sistema de som, iluminação de cena e projeção, que é cedido para atividades externas mediante solicitação. Disponibiliza ainda um serviço de leitura itinerante - o Bibliocarro - que presta um serviço de empréstimo de livros e animação da leitura para as crianças do pré-escolar e 1.º ciclo.
A obra da Cadeia e Tribunal da Relação teve início em 1765, por ordem de João de Almada e Melo. Eugénio dos Santos, um dos mais conceituados técnicos ao serviço do Marquês de Pombal, foi o autor do projeto, em estilo neoclássico. Com sua forma estranha, devido ao espaço então disponível entre o convento dos beneditos e a muralha medieval, foi um dos edifícios mais imponentes construídos na época. Numa das celas esteve preso o escritor Camilo Castelo Branco. Atualmente, é o Centro Português de Fotografia.
Antiga Cadeia da Relação
A obra da Cadeia e Tribunal da Relação teve início em 1765, por ordem de João de Almada e Melo. Eugénio dos Santos, um dos mais conceituados técnicos ao serviço do Marquês de Pombal, foi o autor do projeto, em estilo neoclássico. Com sua forma estranha, devido ao espaço então disponível entre o convento dos beneditos e a muralha medieval, foi um dos edifícios mais imponentes construídos na época. Numa das celas esteve preso o escritor Camilo Castelo Branco. Atualmente, é o Centro Português de Fotografia.
O Museu Nacional Soares dos Reis está instalado no Palácio dos Carrancas. O seu acervo contabiliza mais de 13000 peças, das quais cerca de 3000 correspondem a desenho e pintura. As restantes distribuem-se por coleções de escultura, gravura, artes decorativas (mobiliário, faiança, porcelana, vidros, ourivesaria, joalharia, têxteis) e coleções arqueológicas.
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Soares dos Reis National Museum
44 R. de Dom Manuel II
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O Museu Nacional Soares dos Reis está instalado no Palácio dos Carrancas. O seu acervo contabiliza mais de 13000 peças, das quais cerca de 3000 correspondem a desenho e pintura. As restantes distribuem-se por coleções de escultura, gravura, artes decorativas (mobiliário, faiança, porcelana, vidros, ourivesaria, joalharia, têxteis) e coleções arqueológicas.
O Forte de São João Baptista da Foz, também conhecido como Castelo de São João da Foz, localiza-se na freguesia de Foz do Douro. Ergue-se em posição dominante na barra do rio Douro, guarnecendo o acesso fluvial à cidade do Porto. Mandada edificar no final do século XVI para defesa da costa e da entrada do rio Douro. Belo exemplo de arquitetura militar, à primitiva estrutura foram acrescentados os baluartes modernos (século XVII) e o portal de acesso ao forte (século XVIII). Atualmente, encontra-se aí sedeada a Delegação Regional do Porto do Instituto de Defesa Nacional. Está classificado como imóvel de Interesse Público, desde 6 de junho de 1967.
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Castelo de São João Batista
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O Forte de São João Baptista da Foz, também conhecido como Castelo de São João da Foz, localiza-se na freguesia de Foz do Douro. Ergue-se em posição dominante na barra do rio Douro, guarnecendo o acesso fluvial à cidade do Porto. Mandada edificar no final do século XVI para defesa da costa e da entrada do rio Douro. Belo exemplo de arquitetura militar, à primitiva estrutura foram acrescentados os baluartes modernos (século XVII) e o portal de acesso ao forte (século XVIII). Atualmente, encontra-se aí sedeada a Delegação Regional do Porto do Instituto de Defesa Nacional. Está classificado como imóvel de Interesse Público, desde 6 de junho de 1967.
A Igreja da Misericórdia do Porto situa-se na Rua das Flores, na cidade do Porto, tendo sido construída inicialmente em 1559 de estilo renascentista com reminiscências góticas, desta igreja só se aproveitou a capela-mor, em virtude de um relâmpago que terá destruído a fachada em abril de 1621. Não existe na cidade do Porto outra fachada com um efeito tão cenográfico quanto a da frontaria da Igreja da Misericórdia, pois não se torna possível visualizar o templo na rua para além da sua fachada. Em 2015, passou a poder ser visitada, fazendo parte do Museu da Misericórdia do Porto. Pode-se visitar o Coro, Nave Central e dependências laterais (sacristia e outras).
Igreja da Misericórdia
15 Rua das Flores
A Igreja da Misericórdia do Porto situa-se na Rua das Flores, na cidade do Porto, tendo sido construída inicialmente em 1559 de estilo renascentista com reminiscências góticas, desta igreja só se aproveitou a capela-mor, em virtude de um relâmpago que terá destruído a fachada em abril de 1621. Não existe na cidade do Porto outra fachada com um efeito tão cenográfico quanto a da frontaria da Igreja da Misericórdia, pois não se torna possível visualizar o templo na rua para além da sua fachada. Em 2015, passou a poder ser visitada, fazendo parte do Museu da Misericórdia do Porto. Pode-se visitar o Coro, Nave Central e dependências laterais (sacristia e outras).
Cena gastronómica
Fundado em 1921, este é um dos locais mais glamourosos da cidade. Considerado um dos mais bonitos do mundo, não deixe de entrar para tomar alguma coisa. Mas não se esqueça: neste local os preços são caros!
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Majestic Café
112 Rua Santa Catarina
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Fundado em 1921, este é um dos locais mais glamourosos da cidade. Considerado um dos mais bonitos do mundo, não deixe de entrar para tomar alguma coisa. Mas não se esqueça: neste local os preços são caros!
Este restaurante é bastante conhecido a nível nacional e internacional, devido às famosas francesinhas, um prato típico do Porto. Combine com um fino!
150
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Café Santiago
226 R. de Passos Manuel
150
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Este restaurante é bastante conhecido a nível nacional e internacional, devido às famosas francesinhas, um prato típico do Porto. Combine com um fino!
Se gosta de um ambiente boémio, passe no Café Âncora D’Ouro, mais conhecido como Café Piolho. Inaugurado em 1909, é um dos mais importantes pontos de encontro de estudantes académicos e de intelectuais da cidade. Localizado perto da praça dos Leões e dos jardins da Cordoaria, é o sítio ideal para conviver num ambiente jovem e divertido.
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Piolho
45 Praça de Parada Leitão
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Se gosta de um ambiente boémio, passe no Café Âncora D’Ouro, mais conhecido como Café Piolho. Inaugurado em 1909, é um dos mais importantes pontos de encontro de estudantes académicos e de intelectuais da cidade. Localizado perto da praça dos Leões e dos jardins da Cordoaria, é o sítio ideal para conviver num ambiente jovem e divertido.
É um ponto de paragem obrigatório na cidade. Aqui fazem-se os melhores cachorros quentes do Porto, que reúnem ao balcão gente de todas as idades e profissões. Porque há mais de 50 anos que a arte dos cachorrinhos é aprimorada neste espaço. Só para ter uma pequena noção, num dia normal servem-se 300 cachorrinhos. O pão é fino e estaladiço, a salsicha e a linguiça são de grande qualidade, e o queijo é derretido para amparar os enchidos. No final, é tudo pincelado com manteiga e molho picante. Acompanhe o seu cachorrinho com um ou dois finos bem frescos. A Cervejaria Galiza tem 2 espaços perto um do outro.
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Gazela Cachorrinhos da Batalha
4 Tv. Cimo de Vila
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É um ponto de paragem obrigatório na cidade. Aqui fazem-se os melhores cachorros quentes do Porto, que reúnem ao balcão gente de todas as idades e profissões. Porque há mais de 50 anos que a arte dos cachorrinhos é aprimorada neste espaço. Só para ter uma pequena noção, num dia normal servem-se 300 cachorrinhos. O pão é fino e estaladiço, a salsicha e a linguiça são de grande qualidade, e o queijo é derretido para amparar os enchidos. No final, é tudo pincelado com manteiga e molho picante. Acompanhe o seu cachorrinho com um ou dois finos bem frescos. A Cervejaria Galiza tem 2 espaços perto um do outro.